Como funciona

Quatro passos. Um processo técnico do começo ao fim.

Sem mistério: você sabe exatamente o que vai acontecer no seu telhado, com qual equipamento e por quê. Sem riscos para a placa, sem improvisação.

Diagnóstico

Avaliamos pelo WhatsApp ou em visita: tipo de telhado, inclinação, tamanho do sistema e nível de sujidade visível.

Planejamento

Definimos equipamento, EPIs, produtos e horário ideal. Para sistemas grandes, montamos cronograma escalonado.

Execução

Limpeza com escovas rotativas próprias para módulos solares e técnicos NR10/NR35, com inspeção dos módulos, da fixação, dos DPS e dos inversores. Sem produtos abrasivos, sem riscos.

Relatório

Você recebe registros em foto e vídeo do antes, durante e depois — inclusive com drone, quando o tempo permite —, com selo de garantia e recomendação da próxima visita.

Técnica

O que entra na mochila do técnico.

Equipamento profissional faz a diferença entre uma placa limpa e uma placa danificada. Por isso usamos o que usamos.

Escovas rotativas

Cerdas macias específicas para módulo solar. Removem a sujeira aderida sem comprometer a superfície.

EPI completo

Cinto trava-quedas, capacete, calçado de aderência e cordas para acesso vertical.

Ferramentas

Inspecionamos os módulos e as estruturas de fixação e, se necessário, fazemos pequenos reparos e reapertos durante a própria limpeza.

Inspeção

Verificamos o estado dos DPS (protetores de surto) e dos inversores. Havendo alguma inconformidade, orientamos você e, sempre que possível, resolvemos na hora.

Drone

Quando as condições do tempo permitem, registramos a situação das placas com nosso drone profissional. Filmamos e fotografamos tudo: antes, durante e depois.

O que não fazemos

Tão importante quanto a técnica é o que fica de fora.

Não usamos jato de alta pressão

Pressão alta pode forçar água pelas vedações e danificar o módulo.

Não usamos produtos abrasivos

Produtos abrasivos riscam o vidro, e detergentes comuns deixam resíduos que atraem mais poeira — os dois reduzem a passagem de luz.

Não limpamos no calor extremo

Água fria em placa muito quente causa choque térmico, que pode gerar microfissuras.

Não improvisamos acesso

Trabalho em altura sem EPI descumpre a NR-35 e coloca pessoas e o seu imóvel em risco.

Frequência ideal

Quando vale a pena limpar?

Em Campo Grande e região, o ideal é uma limpeza a cada 3 a 6 meses. Em locais com muita poeira (estradas de terra, época de seca) ou perto de áreas urbanas com fuligem, o intervalo cai para 3 meses.

E não espere a chuva resolver: ela tira parte da poeira solta, mas a sujeira aderida continua lá — e quanto mais tempo acumula, mais difícil fica de remover.

"A poeira reflete a luz que deveria virar energia."
Dúvidas comuns

Perguntas frequentes

A chuva não limpa as placas solares?

Não. A chuva tira parte da poeira solta, mas não remove a sujeira aderida — fuligem, fezes de pássaros e a película que se forma com poeira e umidade. Muitas vezes a água da chuva ainda espalha a sujeira e, ao secar, deixa marcas. Só a limpeza profissional remove essa camada.

De quanto em quanto tempo devo limpar?

Em Campo Grande e região, o ideal é a cada 3 a 6 meses. Em locais com muita poeira, estrada de terra, época de seca ou fuligem urbana, o recomendado é a cada 3 meses. Nos planos programados, quanto mais frequente, maior o desconto.

A limpeza pode prejudicar a garantia das placas?

O que prejudica é a limpeza feita de forma errada: jato de alta pressão, produtos abrasivos ou pisar sobre os módulos. Usamos escovas rotativas próprias para módulos solares, sem produtos abrasivos, e procedimento documentado, com relatório e selo de garantia. Vale também consultar o manual do fabricante das suas placas.

Próximo passo

Quer saber quanto sua placa pode estar perdendo?

Use nossa calculadora ou fale direto com um especialista no WhatsApp.